13 motivos que podem fazer o INSS negar benefícios previdenciários

O número de benefícios negados pelo INSS vem crescendo desde 2019

13 motivos que podem fazer o INSS negar benefícios previdenciários. Além da longa fila de espera, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem sido cada vez mais exigente ao conceder benefícios previdenciários.

Sendo assim, o principal motivo que faz o INSS negar benefícios é o segurado deixar de entregar documentos que comprovam o direito de receber.

O número de benefícios negados pela autarquia vem crescendo desde 2019 e chegou ao maior número de recusas no ano passado.

Por isso, os segurados devem redobrar a atenção ao preparar os documentos que serão entregues juntos com o pedido da aposentadoria e de outros benefícios como auxílio-doença, pensão por morte e auxílio acidente.

Confira os principais motivos que levam o INSS a negar benefícios, segundo a opinião de especialistas:

  1. Falta de documentos no pedido;
  2. Dados divergentes no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS);
  3. Dados no sistema do INSS que entram em conflito com os informados pelo segurado;
  4. Em relação aos benefícios por incapacidade, é comum que haja a entrega de documentos antigos, que não comprovam a persistência de incapacidade;
  5. Atestados médicos inválidos, sem algumas dessas exigências: assinatura, carimbo e registro do médico no Conselho Regional de Medicina (CRM), informações sobre a doença ou a respectiva numeração na Classificação Internacional de Doenças (CID), prazo estimado do repouso necessário para o segurado, além de estar ilegível ou com rasuras;
  6. Atestado médico não destaca a incapacidade do segurado e o quanto a doença afeta a vida profissional e como o trabalho em si está agravando a doença;
  7. Falta do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), necessário para a comprovação de período insalubre;
  8. Dificuldade para comprovar as contribuições;
  9. Incorreções nos cadastros do governo e na documentação do segurado;
  10. Registros em carteira não estão no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) ou estão marcados de forma incorreta;
  11. Empresa não repassou contribuição ao INSS ou forneceu dados incorretos;
  12. Empresa não deu baixa na carteira após a demissão e o vínculo empregatício ainda está ativo – INSS não considera esses registros para conceder aposentadoria;
  13. Empregador não informou corretamente a atividade insalubre.

Com informações de INSS e G1

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