Saiba porque a espera pelo saque do FGTS pode durar até 150 dias: saiba porque.
A liberação do ‘saque emergencial’ do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pela Caixa, que começa na próxima segunda-feira – dia 29 de junho, fará com que parte dos trabalhadores tenham que esperar por 150 dias, ou seja, cinco meses, até novembro, para a realização do saque de até R$ 1.045.
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Em 29 de junho, a primeira data do calendário do ‘ FGTS emergencial ‘, é para o crédito em conta dos trabalhadores nascido em janeiro. A retirada em espécie e a transferência, também dos aniversariantes de janeiro, estarão liberados somente a partir de 25 de julho. A consulta ao saldo do FGTS já está disponível e pode ser feita em fgts.caixa.gov.br ou por meio da central telefônica 111.
No primeiro momento, os trabalhadores vão receber o crédito, limitado a um salário mínimo (R$ 1.045), independentemente do saldo ou do número de contas, em uma conta poupança digital da Caixa, de forma escalonada por mês de nascimento. O calendário dos depósitos vai até 21 de setembro.
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De acordo com o Ministério da Economia, o saque emergencial do FGTS vai movimentar cerca de R$ 37,8 bilhões, beneficiando 60 milhões de trabalhadores.
Para sacar os recursos em espécie ou fazer transferências para outras contas na Caixa ou em outros bancos, será preciso aguardar alguns dias a partir da data do crédito, obedecendo à mesma sistemática do pagamento do auxílio emergencial . Os dois calendários, de depósitos e saques, já foram detalhados e podem ser conferidos a seguir:
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Qualquer pessoa que tiver conta, ativa ou inativa.
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Até R$ 1.045 por trabalhador, o equivalente a 1 salário mínimo.
>Quem não quiser o saque emergencial do FGTS deve informar urgentemente à Caixa
Nada. A conta deverá ser aberta pela Caixa, de forma automática.
O modelo deve ser o mesmo usado para o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600, ou seja, deve ser necessário baixar o aplicativo Caixa Tem . Feito isso, o cartão virtual e o QR Code poderão ser usados para pagar contas e fazer compras.
Não. Diferentemente do saque imediato que se iniciou no ano passado, ninguém poderá retirar mais de R$ 1.045, ainda que tenha duas ou três contas com valores superiores a essa quantia.
Os primeiros saques serão das contas inativas, referentes a contratos de trabalho extintos, que tenham os menores saldos. Em seguida, as contas ativas, começando também por aquelas com menor saldo.
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Quem não quiser retirar o dinheiro precisa informar à Caixa até 30 de agosto de 2020. Se a decisão não for comunicada, o valor será depositado automaticamente na conta poupança. Os recursos que não forem sacados serão devolvidos à conta vinculada do trabalhador com a correção devida.
Os valores estarão disponíveis até 30 de novembro.
Não. O prazo para o saque autorizado no ano passado acabou em 31 de março deste ano.
Com informações da Agência O Globo